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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013


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O surgimento e a inevitável queda do feminismo

Um artigo que li sobre tempos atrás tinha um comentário feito por “Fred Kite” que praticamente resumiu a razão do sucesso do feminismo:
“O feminismo não é bem o problema aqui. Seus membros não tem nem o cérebro e o talento necessários para levar essa causa adiante – mas foram homens de alto status da elite que permitiram que isto acontecesse.
O homem domina o mundo. E sempre foi assim. Mas somente uma pequena quantidade de alfas, é claro. Mas o que a elite política tenocrática notou no feminismo é que ele seria uma ferramenta imbatível para manter no cabresto e desmoralizar os homens de status inferior que sempre serão potenciais usurpadores de seu poder.
As feministas não tem problema algum com seus chefes de alto status. Mulheres são programadas a tratarem com adoração e darem um desconto a qualquer transgressão que fizerem – é só ver Bill Clinton(ou até mesmo George W. Bush, que foi chamado a dar um tapinha no traseiro de uma ginasta para “dar sorte”. Se um homem de baixo status se proposse a dar o tapinha ele teria sorte de escapar apenas sem seu emprego.)
Mesmo mulheres feministas são totalmente leais aos seus chefes homens, e reservam seu ódio e rancor para seus pares e subordinados .
O feminismo faz parte de uma nova guerra de classes que possibilita uma elite de direita autoritária usar os dogmas da esquerda para poder se perpetuar no poder. É por isto que homens brancos da elite política como Tony Blair e David Cameron são tão favoráveis a ele – isto não os ameaça.
O feminismo conseguiu fazer o que Margareth Tatcher jamais conseguiu – destruir a solidariedade noambiente de trabalho e garantir que a ação coletiva seja algo do passado. E para tudo isso não precisou de policiais chutando a porta dos outros ou campos de concentração. Só bastou implantar o vitimismo numa geração de mulheres obsessivas e desiquilibradas, que sabem muito bem que podem fazer o que quiser sem ninguém fazer nada.”
Esta teoria faz tempo que eu também compartilho; se o movimento feminista fosse orquestrado e dirigido apenas por mulheres – e todo homem fosse neutro quanto a isso – tais idiotas seriam arremessadas de volta pra cozinha tão forte que elas iam quicar na parede e iam parar na sala de jantar, com seus sutiãs flamejantes enrolados no pescoço.
Mesmo assim elas foram bem sucedidas em implantar sua ideologia de merda na sociedade ocidental; e me parece bem suspeito que praticamente todo político famoso adora lamber o rabo imundo do feminismo. David Cameron sempre será associado na minha mente com o seu discurso de posse, onde ele reclamava dos horrores de ter poucas mulheres em seu partido, assim perdendo o voto de muitos homens numa só tacada.
E então temos o Partido Trabalhista Britânico. Como o nome sugere, ele tinha como missão ser a voz do homem comum, do trabalhador. Do cara que fazia o serviço sujo e perigoso para poder sustentar sua família. Famílias essas que muitas vezes eram pobres. Os sem poder. Agora eles se transformaram em algo que se esforça em esfregar a cara do homem comum na merda, que impõe a ideologia feminista, encoraja a mulher a ser mãe solteira, que taxa o trabalhador para poder sustentar os preguiçosos e inúteis e tem como projeto secundário destroçar a cultura britânica em nome da diversidade. Que diabos aconteceu? Tudo o que eles querem é o poder, e qual é a melhor forma de manter o poder do que jogar o homem pra escanteio encorajando sua remoção das famílias, e fazer com que as mulheres sejam subservientes ao governo por prendê-las a benefícios e outros apoios governamentais.
As feministas e seus poderosos aliados masculinos parecem ter esquecido de um detalhe; quando alguém é feito redundante, eles não vão querer mais trabalhar. E nós homens fomos declarados redundantes.
Isto é o que acontece na sociedade britânica e sem dúvida alguma é o que ocorre também em outras sociedades infectadas com o feminismo. Na Inglaterra temos milhões de jovens que não trabalham ou não estudam, e que querem que tudo se exploda e não tem o menor interesse em contribuir para a sociedade. E quem pode culpá-los? Eles foram declarados redundantes. Eles não são mais necessários. Melhor dizendo, até são, mas apenas como escravos para serem taxados com altos impostos, e de tempos em tempos, virarem bucha de canhão enquanto a elite e suas prostitutas relaxam. E mesmo muitos caras (como eu) que ainda trabalham, só fazem para garantir o mínimo, evitam se casar e cair em outras armadilhas que transferem os recursos que temos para uma mulher e planejamos imigrar. Ou apenas manifestar nossa insatisfação em blogs.
Na Inglaterra, uma mulher solteira pode muito bem chegar num banco de esperma, pegar uma amostra, engravidar e começar a viver de bolsa do governo. A idéia de um pai – ou padrasto, ou qualquer outro homem – ser parte da família é oficialmente considerado “sexista” e que deve ser rejeitada. No ambiente de trabalho, a mulher recebe prioridade para ser promovida e até mesmo escolher as horas que pretende trabalhar (geralmente bem poucas) se e quando elas tiverem filhos. E se um cara tem que trabalhar, ele será taxado até a miséria para poder pagar uma horda de mães solteiras, efetivamente forçando ele a pagar por filhos de outros homens.
“Pra que se importar?”, nós falamos em unissono. “Que se foda,” eu adicionaria.
Se haver uma guerra, muitos homens não lutarão para salvar este país. Eu não lutaria nem fodendo. Pra que se importar? A maioria de nós não temos mais nenhuma ligação ou investimento no que este país se tornou. Dado que eu nunca vi uma feminista pedir por “igualdade” na hora do recrutamento, então por que diabos qualquer cara ficaria disposto a ter sua cabeça explodida por um tiro para proteger alguma mulher reclamona, ingrata e abortista e seus homens poderosos, que estão todos bem seguros em suas casas? Que se foda isso. Seria até melhor nos unirmos aos invasores e ajudá-los na pilhagem, só pelas risadas.
O trem da alegria do feminismo não irá durar muito. O que a mulher chama de “independência” requer imensos fundos para tocá-lo; mães solteiras recebendo bolsa do governo, as mães que tem emprego e quase não fazem nada e todo aquele consumo de taxas com suas creches “gratuitas”, abrigos, abortos financiados pelo governo para vadias que não conseguem manter suas pernas fechadas, o ministério da mulher, os infinitos empregos de cabide para o serviço social que é ocupado majoritariamente por mulheres… e tudo isto é pago com impostos. Impostos pagos predominantemente por homens, que cada vez mais pulam fora do mercado de trabalho ao pensar “pra que se importar?
De forma similar, é o homem que faz todo o trabalho de verdade; refina óleo, contrói edifícios, derruba árvores, faz estradas. E luta em guerras, é claro. Considerados redundantes e sem nenhum incentivo e investimento na vida, muitos desses homens pararão de fazer isto, e os poderosos e seu harém de mulheres “independentes” ficarão aterrorizados numa sociedade sem mão de obra suficiente e com cada vez menos dinheiro em caixa.
E com um mutirão de homens de saco cheio sem nada a perder.
Talvez isto seja uma visão um pouco nilista. Mas eu não consigo ver as coisas melhorando, e a única coisa que ainda mantém caras como nos que tem, individualmente, pouco poder relativo na sociedade é que, coletivamente, nós tocamos ela. Assim nós podemos sabotá-los aos poucos e sem se esforçar muito para isto.

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