O feminismo prega a criação de uma nova raça superior?
Você se assustou com a declaração da juíza da Suprema Corte Ruth Ginsburg durante o caso Roe v. Wade que pessoas estão preocupadas com o “crescimento de certas populações que já são grandes demais“?
As visões atávicas de Ginsburg podem ter relação com o trabalhopioneiro de Margaret Sanger, a celebrada feminista americana que fundou a Planned Parenthood.
Além de sua ferovorosa cruzada para convencer as mulheres a usarem métodos contraceptivos, Sanger era uma eugenista entusiasta. Em seu livro “The Pivot of Civilization” ela escreve, “mais filhos para os mais capazes, menos dos menos capazes – este é o mote do controle de natalidade.“
Em 1934 ela escreveu seu famigerado “Code to Stop Overproduction of Children” que defendia, “nenhuma mulher deveria ter o direito legal de ter filhos sem ter uma permissão… nenhuma permissão deveria ser dada para ter mais de um filho.” (pense na política chinesa de filho único).
Ninguém deve ter dúvidas sobre as motivações genocidas de Sanger. Em 1926, ela fez um discurso inflamado em um encontro da Klu Klux Klan em Nova Jérsei e depois implantou um projeto chamado eufemisticamente de “Negro Project“. Sanger depois confidenciou a um amigo. “não queremos que se espalhe que na verdade o nosso objetivo é exterminar a população negra.”
Mas o antigo e persistente interesse feminista de promover “bons nascimentos” não está limitado apenas na raça. As feministas consideram a mulher, especialmente a mulher branca, como uma super espécie, uma forma superior de ser humano que possui grande visão, conhecimento e sabedoria.
Alguém que defende tal ponto de vista é Sally Miller Gearhart, autora de The Future — If There is One — Is Female. Aqui temos a solução de Miller para a super população: “a proporção de homens deve ser reduzida e mantida em aproximadamente 10% da população humana.” Em comemoração às conquistas de Miller, fundos foram levantados para estabelecer seu nome nos Programas de Estudos Femininos da Universidade do Oregon.
Valerie Solanas é outra supremacista feminina. Autora do SCUM (Society for Cutting up Men) Manifesto, Solanas se referia aos homens como “acidentes biológicos” e conclamava as mulheres a “destruirem o sexo masculino”. Depois de sua morte em 1988, Solanas foi homenageada pela filial nova iorquina da National Organization for Women como uma “grande combatente pelos direitos das mulheres.”
Mary Daly, antiga professora da Universidade de Boston, é uma das primeiras defensoras do “movimento das deusas”, que propõem substituir a religião centrada no cristianismo por um panteão politeísta que inclui a Mãe Terra, Gaia e outros ícones da teologia feminista. Em 2001 ela escreveu, “se a vida sobreviver neste planeta, há de se fazer uma descontaminação da Terra. Eu acredito que este processo deve ser realizado num processo evolucionário que resultará na drástica redução da população masculina.“
Mas como uma das maiores ironias da história, o esquema feminista de “descontaminar” a Terra de se livrar dos homens saiu pela culatra. E isto é culpa quase que exclusiva das feministas. Com o resultado da fácil disponibilidade de métodos abortivos e a decisão de milhões de mulheres grávidas em abortar suas crianças por causa do sexo, as vidas de milhões de meninas não nascidas na India, China e vários outros lugares foram tragicamente extintas.
Como Charles Dickens escreveu em seu “A Tale of Two Cities“: Tdoas as revoluções acabam se voltando contra si mesmas.”
Mas a maioria dos supremacistas de gênero são bem versados nos métodos do totalitarismo sutil. Eles evitam a retórica desajeitada do ogro fascista usando termos mais amigáveis e gentis como “emponderamento feminino” e “aumento na consciência de gênero”.
Então ao invés de investirem em uma “redução drástica” da população masculina, as feministas implantaram leis e políticas que são designadas para cada vez mais estigmatizar e por fim marginalizar o homem.
Quando uma minoria substancial da população chega a conclusão que os homens são “seres inferiores”, fica fácil impor políticas que fazem os homens terem uma vida mais justa.
Pegamos o pacote de auxílios de Obama – aquele que prometia investir 787 bilhões na criação de empregos imediatos, na reconstrução da infraestrutura e assim poder ressucitar a economia? Ele acabou se tornando um programa que irá contratar milhares de assistentes sociais, enfermeiras e professoras, permitindo que as mulheres comandem 42% das posições de trabalho,mesmo sabem que quatro de cada cinco pessoas que ficaram desempregadas na crise são homens
Considere os milhões de dólares gastos em programas de “saúde da mulher”, mesmo sabendo que os homens em média morrem 5 anos mais cedo que a mulher. E veja a ironia das universidades que financiam “programas de estudos femininos”, enquanto o número de homens com educação superior só diminui.
Então, é muito forçado supor que se procura criar uma nova raça superior baseada numa ideologia neo eugênica e feminista? O colunista Jonah Goldberg oferece sua resposta: “O homem branco é o novo judeu do fascismo das esquerdas.“

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